O problema que ele mata
Abrir uma empresa nova num escritório de contabilidade, hoje, é cadastrar a mesma empresa em série: no sistema contábil, no buscador de notas, no emissor, no portal do cliente, no gestor de tarefas, e em cada um habilitar módulo por módulo. São muitos minipassos, nenhum difícil, e por serem muitos exigem alguém experiente para não esquecer nenhum.
O cadastro único inverte isso: a empresa entra uma vez, e os outros módulos leem dela.
Como a empresa entra
- Você informa o CNPJ. A razão social, a atividade e o endereço vêm da consulta pública, e o CEP completa o resto.
- Você envia o certificado A1 e a senha. O sistema lê CNPJ, titular e validade do próprio arquivo, associa o certificado à empresa e guarda arquivo e senha para a utilização nas funcionalidades habilitadas.
- O sistema avisa antes de o certificado vencer e fecha os vencidos sozinho.
Ninguém digita razão social de novo. Ninguém erra um dígito de CNPJ às 18h de uma sexta-feira.
O que o cadastro guarda
- Pessoas jurídicas e físicas, com sócios e vínculos entre elas
- Regime tributário, que decide quais obrigações aparecem nos relatórios
- Casos específicos de cada cliente, que deixam de morar na cabeça de alguém
- Validade de certificados, com aviso antes do vencimento
O efeito nos outros módulos
Apuração, relatórios, processos, geradores e portal do cliente não têm cadastro próprio: todos leem deste. Corrigiu um dado aqui, corrigiu em tudo. É o oposto de conciliar cinco fichas à mão.